Saúde

A armazenagem e segurança com os óleos essenciais

É comum ouvirmos que tudo o que é natural é seguro. Entretanto, muitos venenos são naturais, e quase tudo o que é usado em excesso é prejudicial. Na aromaterapia os óleos essenciais são altamente concentrados, é preciso usá-los com cuidado. Leia as orientações a seguir para se certificar de que suas misturas e tratamentos serão bem sucedidos e prazerosos.
Armazenagem
Os óleos essenciais são altamente voláteis e evaporam fácil. Portanto, devem ser guardados em frascos de vidro escuro e em locais frescos (18° C). Apesar de alguns óleos amadeirados poderem melhorar com o tempo, a maioria dos óleos se deteriora devagar e deve ser usada em até dois anos. Para durar mais, os óleos podem ser guardados na parte de baixo da geladeira. Não se preocupe se solidificarem-se, pois irão liquefazer-se em temperatura ambiente. Os óleos cítricos devem ser usados em 1 ano. Uma vez diluídos em óleos carreadores, os óleos essenciais tem duração abreviada para alguns meses.
Dicas para armazenagem:
– Guarde os óleos em locais frescos, dentro de vidros escuros e bem tampados, para não evaporarem;
– Marque nos frascos os óleos, a diluição e a data;
– Guarde-os fora do alcance de crianças;
– Como são inflamáveis, mantenha-os longe do fogo;
Segurança
Os óleos essenciais devem ser diluídos, pois é possível irritar a pele ao usá-los em concentrações muito fortes. Para evitar essas possíveis irritações ou reações alérgicas, faça  o teste abaixo antes de usar um óleo novo em si mesmo ou em um cliente e siga a risca as diluições recomendadas.
Teste de alergia:
Ponha uma gota de óleo essência diluído na parte inferior do pulso ou na parte interna do cotovelo. Cubra com um band-aid e examine após 12 horas. Em caso de vermelhidão ou coceira, não use o óleo e, para tratar a área, aplique óleo de amêndoas doces  e depois lave bastante com água fria.
Saúde

Aromaterapia e óleos essenciais: múltiplas aplicações

Diversas são as formas de fazer uso da aromaterapia. A fim de falar um pouco mais de suas aplicações, resolvi retomar essa questão já citada em um post anterior. São elas:
– Massagens: os óleos essenciais podem ser misturados em uma loção, creme ou óleo de massagem e aplicado diretamente no corpo – neste processo os óleos essenciais são absorvidos pela pele, o que possibilita também a sua entrada no sistema circulatório.
– Banho de imersão: seja em uma banheira, jacuzi ou ofurô, algumas gotas de óleos essenciais podem ser o bastante para relaxar e cuidar da sua saúde. Se você quer relaxar ou obter mais presença fique atento na escolha do óleo mais indicado.
– Compressas: As frias são mais indicadas para amenizar inflamações, febre, dor de cabeça e queimaduras em geral. As quentes são para dores musculares, cólicas e também dor de ouvido e as mornas para o tratamento de pele seca, oleosa, inflamada ou irritada. Embeba um pano na água preparada com algumas gotas de óleos essências e aplique sobre a área a ser tratada.
– Escalda-pés: Em uma bacia grande o bastante para colocar os pés de forma confortável. Coloque uma água morna e pingue os óleos essenciais de sua preferência. Coloque os pés e cubra os joelhos com uma toalha formando uma estufa.
Aromatização Ambiental: Seja através de um simples réchaud com vela, sprays, difusor de varetas, aromatizador elétrico de porcelana/resina e difusor de aromas elétrico com dispersão a frio, aromatizar o ambiente pode fazer da sua casa um spa.
Inalações: O simples ato de inalar um óleo essencial é o bastante para desencadear um processo terapêutico. Dos cinco sentidos, o olfato é o que se conecta diretamente ao centro emocional do cérebro.
Em um futuro próximo vou detalhar cada aplicação e benefícios, sempre com o intuito de fazer o uso mais adequado desta bela terapia aromática. Quanto mais conteúdo sobre este assunto, melhor!
Acessórios

Novidade: Pingentes aromáticos modernos

Como toda novidade costuma gerar dúvidas, não é diferente no caso dos difusores pessoais tipo semijoias! Sendo assim este é mais um post informativo e esclarecedor.
As semijoias são acessórios confeccionados com os mesmos equipamentos que são fabricadas as joias de alta qualidade. O que muda obviamente é a matéria-prima básica que ao invés de ser um metal nobre como o ouro, prata, ródio ou a platina, metais de alto valor agregado, será um metal semi nobre, sendo eles o bronze, o cobre ou o latão.
O tipo de banho/revestimento da peça (galvanoplastia) também é um fator que agrega valor ou não aos respectivos acessórios. Acessórios classificados como semijoias são aqueles que receberam banho de metais nobres, sendo os mais utilizados: banho de ouro, ródio ou ródio negro.
Um detalhe importante: o ródio (sendo ele branco ou negro) é quase 40% mais caro que o ouro. Na mídia em geral pouco se fala sobre esse metal nobre, mas no ramo de joalheria esta é uma informação bem conhecida!)
O banho de ródio geralmente é uma única camada, mas que vai revestir a peça com uma proteção bem espessa, mantendo o brilho da mesma e destaque aos detalhes do design e acabamento das peças. Já o banho de ouro você pode escolher quantas camadas de banho você quer ao contratar um serviço de galvanoplastia.
Na maioria dos casos os fabricantes dão banho entre 3 e 7 camadas, aqui na Divico – Joias Terapeuticas, todas os nossos difusores pessoais (pingentes aromáticos, colares difusores de aroma) são banhados com 12 camadas!
Outro fator que agrega valor aos acessórios são o tipo de pedras que foram cravadas nas peças. Bijuterias são cravadas com strass, peças de plástico que imitam pedra natural e resinas. As semijoias geralmente fazem uso de zircônias de 1ª. Linha. A tão conhecida marca Swarovski, renomada por seus cristais é uma das maiores fornecedoras de zircônias de 1ª. Linha do mercado mundial. 😉
Sendo assim, visando oferecer o que há de melhor para o nosso cliente e o que há de mais inovador em opções de pingentes aromáticos, a Divico – Joias terapêuticas, pretende lançar uma nova coleção a cada trimestre e ser conhecida como uma empresa que inovou no mercado de difusor pessoal para aromaterapia.
Saúde

Difusor pessoal: leve a cura contigo!

Os difusores pessoais, também conhecidos como pingentes aromáticos ou colar difusor de aromas, é uma forma de levarmos a terapia e seus efeitos terapêuticos para onde precisar.
Independente se o difusor pessoal foi confeccionado em cerâmica, resina, pedra ou em semijoias, esses acessórios podem ser um grande aliado em nosso dia a dia ou dos clientes/pacientes.
Sendo leves, pequenos e, portanto portáteis ao colocar o mesmo no pescoço ele se torna um acessório do seu vestuário e assim podem ser levados e utilizados tanto em momentos de lazer e também nos ambientes familiares ou profissionais, possibilitando um tratamento terapêutico continuo e individual.
Todos eles possuem algo em comum que é um pequeno orifício ou alojamento para inserir um pedaço de feltro, fios de seda ou um simples algodão, ambos são absorventes e ao aplicar algumas gotas de óleos essenciais ou sinergias, eles rapidamente absorverão e exalarão por horas as suas fragrâncias e aromas.
Lembram que inalar os óleos essenciais e sinergias é a forma mais utilizada na aromaterapia? Sendo assim ao sentir os cheiros dos óleos, seu organismo através do olfato também estará absorvendo as propriedades terapêuticas dos mesmos.
Até o momento presente é possível localizar e adquirir diversos modelos de difusores pessoais. Há várias opções em cerâmica, resina, vidro ou lapidado em pedras com diferentes tamanhos, cores e designs, atualmente começa a surgir às opções em semijoias.
Também em diversos modelos, tamanhos e com diferentes banhos (ouro, ródio ou ródio negro) é uma opção que vem surgindo para agradar tanto a classe de terapeutas que trabalham com aromaterapia, quanto às clientes e os clientes mais exigentes.
Aliando todo o conceito e tecnologia do mercado de joias e semijoias com todo o conhecimento e propriedades terapêuticas da aromaterapia, podemos chamar esses acessórios também de joias terapêuticas.
Saúde

Óleos carreadores: diluentes importantes!

Na aromaterapia, pouco se fala sobre os óleos carreadores, mais conhecidos como óleos vegetais, mas eles são de grande importância seja na diluição de um óleo essencial, na criação de uma sinergia ou na preparação de um creme utilizado nas massagens aromaterapêuticas.
Os óleos carreadores viscosos são usados sozinhos ou enriquecidos com óleos especiais para diluir os óleos essenciais. Os mais usados são:
óleo de caroço de damasco: extraído da semente do damasco, é rico em sais minerais e vitaminas;
óleo de girassol: é um óleo adoravelmente delicado e versátil. Contém vitamina E;
óleo de soja: extraído do grão da planta, é leve, nutritivo e de boa absorção;
óleo de amêndoas doces: é extraído do miolo da amêndoa e tem propriedades calmantes e amaciantes. Use sempre a variedade doce, nunca a amarga. Este óleo tem sido usado ao longo dos tempos, é ótimo para bebês;
óleo de semente de uva: extraído a quente da semente da uva, é bom para pele oleosa;
Os óleos carreadores especiais podem ser adicionados aos óleos carreadores gerais para ampliar o efeito terapêutico e até prolongar a validade dos óleos essenciais ou das sinergias. Os mais comuns são:
óleo de gergelim: extraído da semente crua de gergelim, tem leve aroma de nozes e contém 85% de ácidos graxos insaturados e 15% saturados. Pode ser acrescentado a outros óleos;
óleo de abacate: é extraído da polpa do abacate. É rico em vitaminas A e B, em lecitina, proteínas e ácidos graxos;
jojoba: é um líquido céreo natural, extraído da semente de uma planta sempre-verde do deserto, cuja composição química é semelhante à do sebo da pele. Sua estrutura cerosa e suas propriedades antibacterianas lhe dão longa durabilidade;
óleo de gérmen de trigo: é rico e viscoso, mas seu cheiro forte é difícil de atenuar. Adicione 10-20% dele a outros óleos carreadores para evitar o ranço e prolongar a vida da mistura;
E vamos seguindo, aplicando o conhecimento obtido e aperfeiçoando as nossas habilidades.
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Extração: etapa da produção dos óleos essenciais

Sem dúvida alguma a parte mais nobre na produção dos óleos essenciais é o processo de extração dos mesmos de suas respectivas plantas. Para cada óleo essencial existe uma forma mais adequada de extração, sempre priorizando a integridade das moléculas e consequentemente suas propriedades terapêuticas. Existem diversas formas de extração, mas os mais utilizados são:
– A destilação a vapor é o método mais comum de extração. As plantas são aquecidas pelo vapor produzido em uma caldeira, e as partes voláteis presentes na planta evaporam. Esses vapores são levados por um coluna e condensados ao passar por tanques de resfriamento. A água resultante é coletada em cubas e o óleo essencial fica boiando na superfície. A água de flores é subproduto.
– A extração por solvente, as plantas são colocadas em um tambor com um solvente, hidrocarbono, para dissolver o óleo essencial. A solução é filtrada e concentrada por destilação deixando uma combinação de cera e óleo essencial. A solução é filtrada e concentrada por destilação deixando uma combinação de cera e óleo essencial, chamada “concreto”, ou uma substância que contém resina, ou “resinoide”. Um segundo processo de extração por solvente usando álcool puro recupera a maior parte do óleo. O álcool é então evaporado, deixando uma solução chamada “absoluta”.
– O processo fitônico é uma forma muito eficiente e econômica de extração por solvente, desenvolvida na Inglaterra pelo Dr. Peter Wilde. Solventes ecológicos são usados em temperatura ambiente em um dispositivo selado para extrair óleo essencial, “fitol” das plantas.
– A extração por dióxido de carbono supercrítico usa gás dióxido de carbono em alta pressão para dissolver o óleo essencial de uma grande quantidade de plantas. Ela substitui a forma líquida desenvolvida nos anos de 1970. O equipamento é maciço e extremamente caro, mas há muitos processadores espalhados pelo mundo produzindo óleos de excelente qualidade.
– A enfloragem, praticamente obsoleta, envolver premer as flores contra placas de vidro recobertas com material gorduroso. As flores são substituídas diariamente até que o material oleoso fique saturado com óleo essencial, que é então separado do óleo com álcool.
Em um post futuro também falarei mais a respeito do clima de plantio das plantas aromáticas e questões específicas da colheita, dando continuidade de esclarecer detalhes deste universo da aromaterapia.
Saúde

Inalação: A relação do olfato com as emoções

Dentre as aplicações da aromaterapia, a inalação é a principal mais utilizada, pois é através do sentido do olfato o primeiro contato que se estabelece com o aroma exalado do óleo essencial. O interessante é que dos cinco sentidos, o olfato é o que se conecta diretamente ao centro emocional do cérebro.
A primeiro instante o aroma entra pelas narinas e chegam até as mucosas nasais, tecidos esses que contém milhões de células olfativas receptoras, automaticamente as moléculas de odor são filtradas e aquecidas, estimulando os neurônios olfativos (células nervosas), essas informações chegam então ao sistema límbico do cérebro que é a parte associada à memória, aos sentimentos, a excitação e as emoções.
Especialistas afirmam que existe uma relação direta entre a habilidade de experimentar e expressar emoções e a capacidade de processar os odores.
Sendo assim os aromas dos óleos essenciais ao serem inalados produz no corpo uma resposta imediata: aroma agradável ou não agradável; o corpo e seus tecidos mais sutis podem desencadear uma atitude, um comportamento, de aproximação e abertura ou de rejeição e fechamento. Esses movimentos podem ser tão sutis que muitas pessoas nem percebem.
Ao passar por uma experiência agradável ou não, o cérebro (e o corpo) criam uma memória associada a ao cheiro daquele momento.
Um caso claro e que você já deve ter experimentado é com relação a rejeição de uma comida (por ter passado mal em algum momento na vida), mesmo após meses e até anos ao sentir o cheiro daquela comida, logo vem a memória emocional que desencadeia uma sensação que pode ser um enjoo, que desencadeia uma emoção de nojo e o corpo responde com uma atitude de rejeição. E isto tudo ocorre em milésimos de segundos.
O olfato e o poder da inalação e a sua respectiva relação com as emoções tem sido tão explorado em pesquisas científicas e estudos de neuromarketing que diversas lojas já tem feito o uso do marketing olfativo.
Um ambiente aromatizado com um determinado perfume, essência, pode te deixar mais tranquila e também pode te deixar mais propícia a fazer compras, e com isso cria-se uma associação, sendo: produto comprado + cheiro agradável = boa experiência, fazendo assim com que o seu corpo queira repetir a experiência.
Mas lembrem-se o diferencial na aromaterapia é que os óleos essenciais são 100% naturais. Isto é, ao inalar o mesmo, as moléculas do óleo se conectam e interagem com os organismo humano pois é um contato de natureza (óleo essencial ) com natureza (corpo) e é aí que inicia-se um processo terapêutico.
Já falei em outro post mas não custa falar novamente: os óleos sintéticos não possuem propriedades terapêuticas. Ok?
Com a grande gama de óleos essenciais disponíveis no mercado você pode encontrar óleos específicos para relaxamento, diminuição do estresse, alívio à tristeza, ativação da memória, revitalização da autoestima, realçamento da sexualidade e até mesmo modificações nos padrões de sono.
Mais detalhes sobre os óleos essenciais e suas respectivas aplicações abordarei em outro post.
Saúde

O que é terapia, abordagem terapêutica ou processo terapêutico?

Hoje em dia esse termo tem sido muito utilizado tanto nos meios de comunicação especializados na área de saúde, quanto na mídia em geral, mas poucos sabem qual é o real significado da palavra terapia ou terapêutica(o).
Terapia provém do grego therapeia, do verbo therapeúo, que significa “prestar cuidados médicos, tratar”. Do grego, a palavra passou para o latim e, deste, para as línguas modernas com o sentido abrangente de “qualquer meio ou procedimento usado no tratamento dos enfermos, ou aqueles que apresentam sintomas incômodos e restritivos”, dando origem a termos como farmacoterapia, fisioterapia, psicoterapia, aromaterapia, cromoterapia, hidroterapia e etc.
Portanto, podemos definir tratamento ou tratamento terapêutico como o conjunto de meios (terapias) empregados visando a debelar (erradicar, curar) uma doença/sintomas incômodos, ou proporcionar ao cliente e/ou paciente cuidados paliativos.
Sendo assim, quando lemos o termo “processo terapêutico” significa que a pessoa está sendo acompanhada por um terapeuta e está em processo visando obter a cura ou o alívio de alguns sintomas incômodos.
É importante conhecermos os termos e seus significados ainda mais neste campo que tem sido tão fértil nos últimos anos.
Com o processo de globalização (dissolução de fronteiras entre os países) que o mundo vem passando a anos e o acesso facilitado a conteúdos e informações (pela internet), diversas abordagens (linha/visão/prática) terapêuticas tem chegado até o Brasil, como é o caso da aromaterapia (e diversas outras tem sido decodificadas aqui mesmo).
Todas elas sem dúvida vêm para acrescentar mais qualidade as nossas vidas e dos respectivos clientes ou pacientes, mas aqui neste blog o foco é mais na abordagem terapêutica que foi denominada como “aromaterapia”.
Aromaterapia a ciência dos aromas terapêuticos!
Saúde

Ambiente aromatizado: A arte do encontro!

Os ambientes por onde transitamos podem tornar-se “ambientes de encontros”, seja consigo mesmo ou com outras pessoas.
Cuidar deste ambiente faz toda a diferença em nossa vida e nas nossas emoções, pois além de ser uma das aplicações da aromaterapia mais conhecidos e utilizados, os aromatizadores de ambientes atuam diretamente na inalação (aspiração do ar), podendo trazer sensações muito agradáveis para o dia a dia.
Por serem extremamente concentrados e voláteis, pequenas gotas de óleos essenciais podem mudar completamente o ambiente, seu humor e ainda atuar terapeuticamente no seu organismo.
Fazendo uso dessa praticidade você pode escolher óleos essências, sinergias ou aromas específicos para cada momento e cômodo seja na sua casa ou no ambiente de trabalho.
Hoje o mercado disponibiliza centenas e até milhares de opções de aromatizadores de ambiente, mas infelizmente na sua grande maioria são difusores de ambiente que fazem uso de aromas sintéticos!
A boa notícia é que difusores de ambientes para uso com óleos essências também é um mercado que vem ganhando espaço, logo existem diversas opções e modelos e a cada dia é possível ver novos lançamentos nesta área.
Seja através de um simples réchaud com vela, sprays, difusor de varetas, aromatizador elétrico de porcelana/resina e difusor de aromas elétrico com dispersão a frio, em lojas especializadas é possível adquirir o modelo que mais lhe convém, seja pelo seu estilo ou que caiba no bolso.
Sem dúvida alguma o difusor de aromas elétrico com dispersão a frio é o que possui melhor custo benefício. Além de se adequar a decoração da sua casa ou do seu trabalho, possibilita uma fácil renovação do aroma, não satura as fragrâncias, e preserva todas as propriedades terapêuticas dos respectivos óleos essenciais (também umidifica o ambiente, gerando íons negativos que purificam o ar, além de iluminar o ambiente de forma suave e agradável).
Imagina a tecnologia e quanto trabalho foi empregado para fazer um óleo essencial?! Sendo assim é prioridade fazer uso de aromatizadores que preservem a integridade dos óleos essenciais mantendo as propriedades terapêuticas presentes e facilitando atingir também os objetivos terapêuticos, além de um ambiente cheiroso.
Uma inovação de mercado que tem ganhando grande adesão seja dos pacientes da aromaterapia ou do público em geral são os difusores pessoais, também conhecidos como pingentes aromáticos ou colar de aromas. Confeccionados em cerâmica, resina, pedras ou de metais (semi joias), possuem um design arrojado, além de serem portáteis, podendo ser levados consigo ou com seu cliente/paciente para onde for.
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Sinergias: Quando um mais um é igual a três!

Sinergias na aromaterapia, também chamadas de “blends” são associações de diferentes (mas compatíveis) óleos essenciais, que combinados potencializam as suas propriedades terapêuticas. As sinergias visam proporcionar um tratamento mais adequado e mais preciso para cada paciente.
Imagine que ao fazer o uso de somente um óleo essencial quantas propriedades terapêuticas contém ali naquela única gota ou frasco? E ao unir 2, 3, 4 ou mais óleos essenciais, imaginem o aumento de potencia e eficácia terapêutica!?
Por isso que a conta aqui não é 1 + 1 = 2, pois a sinergia acontece quando um óleo somado a outro o resultado é igual a 3. Esta é uma metáfora, mas que explicita muito bem o que é uma sinergia.
Lembrando que assim como na natureza existem as plantas companheiras e as plantas antagônicas a mesma coisa são com os óleos essenciais (lembra que os óleos essenciais são extraídos das plantas?).
Sendo assim, ao fazer uma sinergia é imprescindível o conhecimento individual de cada óleo, suas propriedades aromáticas, terapêuticas, além das características químicas e físicas de cada óleo.
Todas sinergias devem atender aos princípios de complementaridade, isto é, não faz sentido unir um óleo essencial estimulante a um calmante. O ideal é você unir um óleo essencial analgésico com um óleo relaxante.
Neste caso, além de focar na origem do sintoma (com o óleo analgésico) você também estará focando na diminuição dos mesmos.
Algumas sinergias são uma combinação de óleos essenciais puros em outras são utilizados óleos carreadores (óleos vegetais) que servem para diluir os mesmos ajudando na integração das propriedades ou servindo somente como veículos emolientes que ajudarão na aplicação.
As sinergias também podem ser aplicadas como um óleo essencial individual, seja através de massagens, banhos de imersão, compressas, escalda-pés, aromatização ambiental, inalações e etc.
O importante é manter-se equilibrado e saudável para lidar com os desafios da vida!